Mercado Financeiro: Tipos de Investimentos
- João Biancatto

- 5 de abr. de 2019
- 2 min de leitura
O mercado financeiro oferece basicamente dois tipos de investimento, a renda fixa e a renda variável. Ambas são bastante interessantes e não devem ser descartadas pelo investidor.
No Brasil, a renda fixa tem muito maior adesão do que a variável. E a campeã de aplicações ainda é a poupança.
Renda Fixa
Renda fixa é o tipo de investimento que oferece uma base de projeção ou o cálculo do retorno exato antes da aplicação.
Títulos assim podem ter rendimento prefixado, com um juro anual definido, pós-fixado, atrelado a um indicador como o CDI (Certificado de Depósito Interbancário, referência de rentabilidade), ou híbrido, com um juro fixo mais a variação do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo, considerado a inflação oficial do país).
São exemplos de renda fixa boa parte das aplicações que você conhece, como a poupança, o CDB (Certificado de Depósito Bancário), a LCI/LCA (Letra de Crédito Imobiliário e Letra de Crédito do Agronegócio), Tesouro Direto, debêntures, LC (Letra de câmbio), entre outros.

Renda Variável
A renda variável ainda é pouco explorada pelo investidor pessoa física no Brasil. Em mercados mais desenvolvidos, como os Estados Unidos, a ela representa fatia bem mais ampla dos investimentos.
Exemplos de renda variável são ações, opções e derivativos na bolsa de valores, fundos de investimento de ações e multimercados, entre outros.
Na comparação com a renda fixa, a variável acarreta maior volatilidade e maior risco de prejuízo, embora ofereça potencial de retornos mais elevados.
Para quem está começando, é importante não alocar todas as suas reservas em renda variável. Procure saber o seu perfil de investidor, saber se esse tipo de investimento faz sentido para você e busque se informar primeiro e, se for o caso, destine, inicialmente, uma parcela pequena, como 5% ou 10%, para ações ou fundos.






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